Uma bela animação que ilustra o que as evidências levam a crer que tenha sido o ciclo evolutivo nos últimos 500 milhões de anos.

Uma bela animação que ilustra o que as evidências levam a crer que tenha sido o ciclo evolutivo nos últimos 500 milhões de anos.


O filósofo Daniel Dennett, estudioso da filosofia da mente e da biologia, fala sobre a honestidade intelectual, o livre pensamento e sua relação com a fé e os religiosos. O vídeo é um trecho legendado de uma entrevista no talk show Charlie Rose para o jornalista Bill Moyers.
Dennet é autor dos livros A perigosa ideia de Darwin (Darwin’s Dangerous Idea), em que analisa o impacto da Teoria da Evolução das Espécias, de Darwin, no pensamento filosófico ocidental, e Breaking the Spell: Religion as a Natural Phenomenon (Quebrando o encanto: a religião como fenômeno natural), em que faz uma análise científica do fenômeno religioso.
É também um dos autores (junto de Linda LaScola) do artigo Preachers Who Are Not Believers (Pregadores que não são crentes), publicado em março de 2010 na revista estadunidense Evolutionary Psichology. O artigo apresenta o resultado de uma série de entrevistas de campo com homens e mulheres que, mesmo após anos de vida dedicada às suas igrejas, perderam a fé, mas não abandonaram o púlpito.
Na contramão da história, três governos estaduais atacam o Livre Pensamento desde a infância. Preparam a produção de seres humanos sem senso crítico, supersticiosos e emburrecidos. O que desejam esses senhores?
Reproduzo abaixo a resolução conjunta das organizações participantes da Associação Internacional de Livre Pensamento.
Não ao restabelecimento do «delito de blasfémia» Sim à sua revogação, lá onde segue aplicado!
Reproduzo abaixo um texto extraído da Revista A VERDADE, revista teórica da Quarta Internacional (edição nº 15 de novembro de 1995).
Escrito pelo físico estadunidense Eric J. Lerner, o texto ajuda a compreender o método do Livre Pensamento: o materialismo. No caso, o materialismo histórico, desenvolvido e defendido por Karl Marx e Friedrich Engels e utilizado por milhares de estudos acadêmicos e militantes até hoje.
Serve também para demonstrar como, na ciência, não existem verdades absolutas e enfoques diferentes podem chegar a resultados diferentes. No caso, ele explicita a divergência entre duas “escolas” da física (a física de partículas e a física de plasmas) sobre o enfoque do estudo da cosmologia.
Queria começar esse blog com um tema pra limpar o meio de campo, pra clarificar as coisas.
Nos últimos tempos têm ganhado destaque uma série de ações anti-científicas, como a lei do Tenessee que permite o ensino do criacionismo nas escolas, a PEC do deputado João Campos (PSDB-GO) que pretende dar o direito de associações religiosas de tentarem derrubar leis pelo Supremo ou absurdos do tipo, inclusive com declaração editorial do SBT que afirma que quem defende o Estado Laio é intolerante, persegue os cristãos e não tem o que fazer.
Isso somado à Internet, que possibilitou que as pessoas pudessem falar suas achologias a torto e a direito (como o Olavo de Carvalho que quer defender que a terra está fixa no centro do universo).
Bom, essas ações são tomadas na sua maior parte por pessoas que se utilizam de estandartes religiosos para justificar o ataque à ciência, às minorias e aos direitos. Só que, apesar do barulho que fazem, esses não representam a totalidade dos religiosos.