Dan Dennett: A ilusão de consciência

Daniel Clement Dennett, ou Dan Dennet, é um filósofo estadunidense, estudioso da filosofia da mente e da biologia.

Trago mais uma vez a opinião dele, desta vez em uma palestra para o TED (Technology, Entertainment, Design).

Nesta palestra, através de uma série de experimentos, Dennet demonstra que as coisas que cremos ver ou sentir nem sempre são o que realmente acontece. Nossa percepção é falha e por isso não devemos ter muita fé naquilo que só a gente vê. É preciso sempre a opinião de pessoas não ligadas ao evento. Para isso serve a ciência!


Vou falar sobre um problema que tenho: sou um filósofo.

Quando vou a uma festa e as pessoas me perguntam o que faço e digo “Sou professor”, me olham entediados. Quando vou a um coquetel de acadêmicos e estão todos os professores ao redor, me perguntam qual meu ramo e digo filosofia – me olham entediados

Quando vou a uma festa de filósofos e me perguntam no que trabalho e digo consciência não me olham entediados, fazem careta. E sou ridicularizado e dão risada de mim porque pensam “Isto é impossível! Você não pode explicar a consciência”. A ousadia de alguém pensar que pode explicar a consciência está fora de questão.

Meu falecido amigo Bob Nozick, um bom filósofo, em um de seus livros, “Explicações Filosóficas”, comenta sobre os princípios da filosofia – como os filósofos fazem seu trabalho. E ele diz que “Filósofos amam argumentos racionais. “Parece que para a maioria dos filósofos o argumento ideal é dar as premissas para a plateia e então as inferências e a conclusão, e se a plateia não aceitar a conclusão, eles morrem. Sua cabeças explodem”. A ideia é ter um argumento que é tão poderoso que nocauteia seus oponentes. Mas na verdade isto não muda a cabeça das pessoas.

É muito difícil alterar a opinião de alguém sobre algo como a consciência e finalmente entendi a razão para isso. É porque todos somos experts em consciência. Ouvimos outro dia que todo mundo tem uma forte opinião sobre videogames. Todos tem uma ideia para um jogo, mesmo não sendo conhecedores do assunto. Mas eles não se consideram especialistas em videogames, eles apenas têm fortes opiniões. Estou seguro que pessoas aqui que trabalham com, digamos, mudanças climáticas e aquecimento global, ou sobre o futuro da Internet, encontram pessoas com opiniões fortes sobre o que vai acontecer no futuro. Mas eles provavelmente não escutam essas opiniões como sábias. São apenas crenças fortemente mantidas. Mas em respeito à consciência, as pessoas pensam, cada um de nós parece pensar, “Sou um expert! Simplesmente por ser consciente, sei tudo sobre isso”. E então, você conta sua teoria e eles dizem “Não, não, consciência não é isso! Não, você entendeu errado”. E dizem isso com confiança incrível!

E então o que tentarei fazer hoje é chacoalhar sua confiança. Porque conheço a sensação – Eu também sinto ela. Quero chacoalhar sua confiança de que você conhece sua mente mais profunda – que você é, você mesmo, autoridade sobre sua própria consciência Está é a ordem do dia aqui.

Então, essa figura mostra um balão de pensamento. Uma bolha de pensamento Acho que todo mundo entende o que quer dizer. Está representando o fluxo de consciência. É minha figura favorita de consciência. É de Saul Steinberg, claro – foi capa da New Yorker. E esse cara aqui está olhando para esta pintura de Braque que faz lembrar da palavra barroco, barraca, barril, canil, poodle, Suzanne R. – ele continua com raças. Há um fluxo de consciência lindo aqui e se você o seguir, você aprende muito sobre esse homem. O que particularmente me atrai ainda mais é que Steinberg pintou o cara nesta forma pontilhada.

Que nos lembra, como Rod Brooks dizia ontem: o que nós somos, cada um de nós – você e eu – é aproximadamente 100 trilhões de robôs celulares. É disso que somos feitos. Não há outros ingredientes. Somos apenas células, cerca de 100 trilhões delas. E nenhuma delas é consciente, nenhuma delas sabe quem você é, ou se importa. De alguma maneira, temos que explicar como colocando juntos times, exércitos, batalhões de centenas de milhões de pequenas células robôs inconscientes – não muito diferentes de uma bactéria, cada uma delas – o resultado é esse. Quero dizer, olhe pra isso: o conteúdo – tem cor, ideias, memórias. Tem história. E de alguma maneira todo o conteúdo da consciência emerge da atividade complexa dessas hordas de neurônios. Como isso é possível? Muitas pessoas acham que não é possível afinal, elas pensam, “não, não pode haver alguma forma naturalística de explicar a consciência”.

Este é um livro apaixonante de um amigo meu, Lee Siegel, que é professor de religião, na verdade, na Universidade do Havaí, e ele é um mágico, e um expert na mágica de rua da Índia, que é o tema do livro, “Net of Magic” (“Rede de Mágica”). E há uma passagem que adoraria compartilhar com vocês. Ele fala eloquentemente sobre o problema “Estou escrevendo um livro sobre mágica”, e me perguntam ‘Mágica de verdade?’ Com mágica de verdade, as pessoas querem dizer milagres, atos miraculosos e poderes sobrenaturais ‘Não’ eu digo, ‘Sobre truques, não mágica real'”. Em outras palavras, mágica real se refere à mágica que não é real, enquanto a mágica que é real, que realmente pode ser feita, não é mágica real”.

É dessa maneira que as pessoas encaram a consciência.

Consciência de verdade não é um saco de truques. Se você vai explicar isso como um saco de truques, não é consciência real, seja o que for. E como Marvin disse, e outros também disseram: “Consciência é um saco de truques”. Isso mostra que muitas pessoas ficam completamente insatisfeitas e incrédulas quando tento explicar a consciência. Então este é o problema. Tenho que tentar fazer o tipo de trabalho que muitos de vocês não vão gostar pela mesma razão que não gostam de ver um truque de mágica explicado para vocês. Quantos de vocês, se alguém – um espertalhão – começa a explicar um truque de mágica, tapam os ouvidos e dizem “Não, não, eu não quero saber! Não tire a emoção. Prefiro ficar sem saber. Não dê a resposta”. Percebi que muitas pessoas fazem isso com a consciência. E me desculpem se eu impuser alguma clareza em vocês, algum entendimento. Melhor vocês saírem agora se não quiserem saber sobre esses truques.

Mas não vou explicar tudo a vocês. Vou fazer o que filósofos fazem. Um filósofo explica o truque de mágica de serrar uma mulher ao meio assim. Vocês conhecem o truque? O filósofo diz “Vou explicar como isso é feito. Você sabe, o mágico não corta a mulher no meio de verdade”.

“Ele apenas faz você pensar que ele fez isso”. E você diz “Sim, e como ele faz isso?”. Ele diz: “Ah, esse não é meu departamento, me desculpe”.

Então vou mostrar como filósofos podem explicar a consciência, mas também vou tentar mostrar pra vocês que a consciência não é tão maravilhosa – sua própria consciência não é tão maravilhosa – como você deve pensar que é. Isso é algo, por sinal, que Lee Siegel fala em seu livro. Ele se maravilha que após ele fazer um show de mágica as pessoas juram que viram ele fazendo X, Y e Z. Mas ele nunca fez estas coisas. Ele nem ao menos tentou tais coisas As memórias das pessoas inflam quando elas acham que viram. E o mesmo é verdadeiro para consciência.

Então vamos ver se isso funciona. OK, vamos assistir isso. Veja com cuidado. Estou trabalhando com um jovem documentarista em uma animação computadorizada ele se chama Nick Deamer, e esta é uma pequena demonstração que ele fez pra mim, parte de um projeto maior que alguns de vocês podem se interessar. Estamos buscando um patrocinador. É um documentário completo sobre consciência. OK, então todos viram o que mudou, certo? Quantos de vocês perceberam que todos aqueles quadrados mudaram de cor? Todos. Sem exceção. Vou mostrar de novo. Mesmo quando você sabe que vão mudar de cor, é muito difícil perceber. Você tem que realmente se concentrar para ver se quer uma das mudanças.

Este é um exemplo – um de muitos – de um fenômeno que agora está sendo estudado bastante. É um fenômeno que previ nas últimas páginas de meu livro de 1991, Consciousness Explained (Consciência Explicada) onde disse que se fizermos experimentos desse tipo, podemos demonstrar que as pessoas são incapazes de perceber mudanças realmente grandes. Se houver tempo no final, vou mostrar um caso muito mais dramático. Mas como pode ser que ocorrem todas estas mudanças e nós não estamos conscientes disso? Bem, hoje cedo Jeff Hawkins comentou sobre as sacadas oculares, a maneira como você move os olhos cerca de 3 ou 4 vezes por segundo. Ele não mencionou a velocidade. Seus olhos estão constantemente em movimento, olhando para olhos, narizes, sobrancelhas, procurando coisas interessantes no mundo. E onde seus olhos não miram você é notavelmente empobrecido em sua visão. Isso porque a fóvea do olho, que é a parte de alta resolução é apenas do tamanho da unha do seu dedão à distância de seus braços esticados Esta é a parte de detalhes Não parece assim certo? Não parece, mas é assim que é. Você recebe muito menos informação do que imagina

Aqui temos um efeito completamente diferente. Esta é uma pintura de Belloto que está no museu da Carolina do Norte. Belloto foi aluno de Canaletto. E eu adoro pinturas assim – ela é na verdade deste tamanho, como projetado aqui. E amo Canalettos, porque Canaletto tem estes detalhes fantásticos, e você pode se aproximar e ver todos os detalhes da pintura. E comecei a atravessar o salão na Carolina do Norte, porque achei que era um Canaletto, e teria todos os detalhes. E percebi que na ponte ali, há muitas pessoas – Você mal pode vê-las atravessando a ponte. E achei que chegando mais perto poderia ver os detalhes da maioria delas, suas roupas, etc. E conforme me aproximei, na verdade eu gritei. Gritei porque quando cheguei perto, descobri que o detalhe absolutamente não estava lá. Havia apenas pequenas manchas de tinta. E conforme me aproximei da pintura,  eu esperava detalhes que não existiam ali. O artista sugeriu muito inteligentemente pessoas e roupas e carroças e várias coisas e meu cérebro aceitou a sugestão.

Você conhece uma versão mais recente e tecnológica, que está aqui. Você pode ter uma visão melhor das manchas. Veja, quando você chega perto,  são apenas manchas de tinta. Você deve ter visto algo como isso – este é o efeito reverso. Vou mostrar mais uma vez.

Então, o que seu cérebro faz quando aceita a sugestão? Quando uma ou duas manchas de tinta, por um artista, sugerem uma pessoa – digamos, uma das pequenas sociedade da mente de Marvin Minsky – eles mandam pequenos pintores para preencher o detalhe em algum lugar de seu cérebro? Eu acho que não. Sem chances. Mas então, como isso é feito? Lembram a explicação do filósofo sobre a mulher cortada ao meio? É a mesma coisa O cérebro faz você pensar que há detalhe ali você pensa que tem detalhe, mas não tem. O cérebro não está colocando detalhe na sua cabeça. Ele apenas faz você imaginar o detalhe.

Vamos fazer este experimento rapidamente. A forma da esquerda é a mesma que a da direita, rotacionada? Sim. Quantos de vocês fizeram isso girando o da esquerda na sua mente, para ver se coincidia com o da direita? Quantos giraram o da direita? OK Como você sabe que foi isso que fez?

Há na verdade um debate muito interessante por mais de 20 anos nas ciências cognitivas – muitos experimentos de Roger Shepherd, que mediu a velocidade angular de rotação de imagens mentais. Sim, é possível fazer isso. Mas os detalhes do processo ainda são controversos. E se você ler esta literatura, uma das coisas que você realmente tem de reconhecer é que mesmo quando você é o sujeito do experimento, você não sabe. Você não sabe como faz isso. Você apenas sabe que tem certas crenças e que elas vêm numa certa ordem, num tempo determinado. E como explicar o fato de que este é mesmo seu pensamento? Aí é que temos de ir no camarim perguntar ao mágico.

Esta é uma figura que adoro: Bradley, Petrie e Dumais. Você pode achar que estou trapaceando que coloquei uma borda um pouco mais branca que o branco ali. Quantos de vocês enxergam a borda, com o cubo de Necker flutuando na frente dos círculos? Podem ver? Na verdade, a borda está realmente lá, de certa forma. Seu cérebro está computando esta borda, que fica logo ali. Mas repare, há duas maneiras de ver o cubo, certo? É um cubo de Necker. Todos podem vê-lo de duas maneiras? Podem ver as quatro maneiras de vê-lo? Porque há outra possibilidade de enxergá-lo. Vocês estão vendo o cubo flutuando na frente dos círculos, alguns círculos pretos, mas há outra opção. Como um cubo, num fundo preto, visto por buracos num queijo suíço.

Conseguiram? Quantos conseguem? Isto deve ajudar.

Agora você entendeu. São dois fenômenos distintos. Quando você vê o cubo atrás da tela as bordas desaparecem mas ainda há um tipo de preenchimento, que podemos notar assim. Não temos dificuldade de ver o cubo, mas onde a cor muda? O seu cérebro tem que mandar pequenos pintores? Pintores roxos e verdes brigam para ver quem vai pintar a parte atrás da cortina? Não. Seu cérebro apenas deixa acontecer. Ele não precisa mais preencher as cores. Quando comecei a pensar sobre isso, este exemplo de Bradley, Petrie, Dumais que vocês acabaram de ver – Vou voltar, é este aqui – percebi que não há preenchimento aqui. E fiz uma suposição de que seria sempre verdade. Mas Rob Van Lier recentemente demonstrou que não é.

Se você acha que vê um amarelo pálido – Vou mostrar mais algumas vezes. Olhe na área cinza e veja se você enxerga um tipo de sombra se movendo ali – Sim! É incrível. Não há nada ali. Não há truque. Este é de Ron Rensink, que foi de alguma forma inspirado por aquela sugestão no fim do livro. Vou pausar por apenas um segundo. Isto é cegueira da mudança.

O que verão são duas imagens, uma sutilmente diferente da outra. Você vê aqui o telhado vermelho e cinza, e entre eles haverá uma máscara, que é apenas uma tela branca, por cerca de um quarto de segundo Então você verá a primeira figura, depois a máscara. Depois a segunda figura e a máscara. E isso irá continuar e seu trabalho é apertar o botão quando encontrar a diferença então, mostre a figura original por 240 milisegundos. Branco. A próxima por 240 ms. Branco. E segue, até que o sujeito aperte o botão, dizendo “vejo a mudança”. Então agora vamos ser sujeitos no experimento.

Vamos começar com umas fáceis. Alguns exemplos. Nenhum problema aqui. Todos podem ver? Tudo bem. Os sujeitos de Rensink demoraram apenas um pouco mais de um segundo para apertar o botão. Pode ver esta? 2.9 segundos. Quantos ainda não viram? O que há no telhado?

É fácil.

É uma ponte ou um píer? Tem alguns mais dramáticos, e aí encerrarei. Quero que vejam um particularmente chocante. Porque este é tão grande mas difícil de ver. Conseguiram?

Platéia: Sim.

Enxergam as sombras pra frente e pra trás? Bem grande. 15 segundos e meio na média de tempo para os sujeitos deste experimento. Amo este, vou terminar com ele porque é simplesmente algo tão importante. Quantos ainda não viram? Quantos? Quantas turbinas no Boeing?

Bem no meio da foto!

Muito obrigado pela atenção O que tentei mostrar é que cientistas, usando sua abordagem de fora, métodos em terceira pessoa, podem te contar coisas sobre sua própria consciência que você jamais sonharia que existem. E de fato, você não é autoridade sobre sua consciência como pensa que é. E estamos realmente fazendo muito progresso em criar uma teoria da mente. Jeff Hawkins, esta manhã, descreveu sua tentativa para fazer esta teoria, uma teoria boa e grande, da neurociência. E ele está certo. Isto é um problema. Estive em uma palestra na escola de medicina de Harvard e o diretor do laboratório disse “Em nosso laboratório costumamos dizer que se você trabalha com um neurônio, isto é neurociência Se você trabalha com dois neurônios, isto é psicologia”.

Precisamos de mais teoria, e pode vir de cima pra baixo.

Muito obrigado


Fonte: TED
Tradução: Eduardo Schenberg
Revisão: Aurelio Tergolina Salton
Revisão da transcrição: Maurício Sauerbronn de Moura
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Um pensamento sobre “Dan Dennett: A ilusão de consciência

  1. Normalmente temos uma tendência errônea de pré-julgar aquilo que não conhecemos como algo “do diabo”. Historicamente, para todas as culturas primitivas, esse termo servia para designar algo que eles não compreendiam. Se não podiam compreender, condenavam. Incrível como isso, apesar de ter raízes ainda em nossos ancestrais primitivos, está tão latente hoje em certos grupos culturais hierarquizados.
    Por incrível que possa parecer a correlação, esse tipo de dogma, ou paradigma está diretamente ligado à nossa consciência. É mais fácil discordar e condenar algo que desconhecemos a estudá-lo para tentar compreender, talvez, uma visão diferente, da mesma coisa. Os preconceitos são os maiores obstáculos para que certas pessoas atinjam, de fato, este nível de discernimento e consciência das coisas do mundo.
    Uma ideia que está diretamente relacionada a isso, por exemplo, é a concepção de amor, que é algo que está em nossas consciências (aproveitando o “gancho” de postagens anteriores). Para o grupo “x” de pessoas, amor é “tal coisa”. Mas para o grupo “y” o amor é “coisa e tal”. Mas ainda há grupos “z, a, b” que vêem o amor como “tal e qual a coisa”. Se pararmos para analisar isso, com uma visão totalmente livre de preconceitos e nem ligada a nenhum grupo específico, não chegamos a conclusão que TODAS AS NOÇÕES DE AMOR DIZEM A MESMA COISA, APENAS DE MANEIRAS DIFERENTES? E CONSCIENTEMENTE O AMOR É ESSENCIALMENTE O MESMO EM TODAS AS CONCEPÇÕES?
    Eu particularmente adoro esse “contraste” e as vezes me dá até vontade de gargalhar descontroladamente. Conscientemente todos sabemos o que é o amor e todos concordamos. Então porque essa guerra de opiniões, que no final, sempre chegam às mesmas conclusões (um montão de religiões diferentes, todas sustentando a mesma coisa, mas sempre em guerra de opiniões)? Em minha humilde opinião, isso se chama “apoderar-se da verdade”. Até quando essa hipocrisia vai continuar a oprimir o livre pensamento nas pessoas, que até onde entendo, está querendo “explodir” para fora das consciências das pessoas, que estão cansadas de tantos fanatismo e faláceas? Eu acredito 100% na ciência, mas tenho também a minha fé, e ambas vivem em perfeita harmonia em minha consciência. Não é tão difícil assim…

    Grande por amigo Porantim! Gostei muito! Bastante esclarecedor.

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