conspiracao

“Não tenho provas, mas tenho convicção” ou a incrível capacidade conservadora de formar imbecis

Há poucos dias virou piada nas redes sociais a declaração de dois membros do Ministério Público brasileiro que, na apresentação de uma denúncia, em um momento teriam afirmado que não tinham prova cabal sobre a participação de uma pessoa em um crime e em outro que teriam convicção suficiente de que essa mesma pessoa havia cometido o tal crime.

Um desses promotores, que define a si mesmo como “seguidor de Jesus”, acredita que está realizando o trabalho de Deus e faz pregações em igrejas evangélicas sobre sua “missão” no Ministério Público.

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Eleições russas: resumo e uma análise pós eleitoral

Nuno Gomes Ferreira*

No dia 22 de Setembro de 1904, decorreu o Congresso Internacional do Livre Pensamento em Roma, tendo Portugal sido representado um “pensador” de origem brasileira.

Hoje, 22 de Setembro de 2016, inicia-se uma nova cooperação luso-brasileira, neste espaço desejando-se que seja útil e profícuo para todos.

Pouco noticiadas e divulgadas, ocorreram no passado dia 18 de Setembro, as eleições para a Duma (Câmara Baixa) na Rússia.

O primeiro facto a ressalvar, é que a lei eleitoral mudou, podendo partidos com apenas 5% dos votos integrar a Duma (anteriormente era 7%).

O sistema eleitoral russo também sofreu alterações.

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CienciaPelaDemocracia

Manifesto Ciência Pela Democracia

Nós pesquisadores, professores, pós-doutorandos, doutores, mestres, estudantes de graduação e pósgraduação e cidadãos não reconhecemos o governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) e repudiamos a decisão autoritária da fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com o Ministério das Comunicações.

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Davidtchen-Simeon

Apelo às organizações sindicais, populares e partidos comprometidos com a democracia e a defesa dos direitos humanos

No sábado, 13 de agosto, às 15h30, no bairro popular de Fort Nacional (Porto-Príncipe), na saída de uma reunião do Movimento de Liberdade, Igualdade dos Haitianos pela Fraternidade (MOLEGHAF), um grupo de homens armados assassinou covardemente Davidtchen Siméon, jovem militante de 23 anos da organização popular progressista MOLEGHAF, muito engajado na luta contra as forças de ocupação da ONU (Minustah), o imperialismo e a opressão dos trabalhadores pelo capital transnacional.

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Homeopatia

Como a homeopatia faz mal

Stephen Barrett

Os defensores da homeopatia adoram afirmar que os produtos homeopáticos são seguros, suaves e não tem efeitos colaterais. Esta ideia é baseada no fato de que, na maioria dos produtos, o “ingrediente ativo” está tão diluído que não pode causar dano direto. Na verdade, nos produtos homeopáticos preparados adequadamente que são designados 12C (ou 24x) ou mais, nenhuma molécula da substância original estará presente. Infelizmente para os pacientes, a homeopatia pode fazer mal de pelo menos quatro maneiras.

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rei-nu

O pós-modernismo despido

Richard Dawkins

Suponha que você é um impostor intelectual com nada a dizer, mas com fortes ambições de ter sucesso na vida acadêmica, reunir um círculo de discípulos reverentes e ter estudantes ao redor do mundo ungindo suas páginas com um respeitoso marcador amarelo. Qual tipo de estilo literário você cultivaria? Não um lúcido, claro, já que a clareza poderia expor sua falta de conteúdo. As chances são de você ter algo como isso:

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Dane-se a ciencia

Os ataques “pós-modernos” à ciência e à realidade

Victor J. Stenger*

Tendências recentes em alguns círculos acadêmicos têm posto em causa noções convencionais de verdade e realidade. A reivindicação feita nesses círculos é que toda declaração, seja na ciência ou na literatura, são simples narrativas – histórias e mitos que não fazem nada mais do que articular os preconceitos culturais do narrador. Nessa visão, uma narrativa é tão boa quanto outra, uma vez que cada uma é expressa na linguagem de sua cultura particular e, portanto, contém todas as suposições sobre a verdade e a realidade incorporadas nessa cultura. Textos não tem significados intrínsecos. Em vez disso, os seus significados são criados pelo leitor. As conclusões que se tiram é que nenhuma narrativa pode ter validade universal e a ciência “ocidental” não é exceção.

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