Pós-modernismo e a pseudociência que prejudica a mulher

Já tocamos no assunto aqui de como o pós-modernismo ressuscitou o feminismo reacionário, agora vamos compreender um pouco como a retórica pseudocientífica pós-modernista, iguala qualquer mitologia e charlatanismo ao conhecimento científico e acaba colocando em risco exatamente quem diz defender.

No texto a seguir, Claire Lehmann aborda como as hipóteses pós-modernas sobre gênero são prejudiciais à saúde da mulher. Clair é uma livre pensadora e psicóloga que escreve para várias publicações, como o The Guardian e o The Sydney Morning Herald  e está concluindo seu mestrado em psicologia forense.

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Nosso verbo é lutar: Somos todos palestinos

A luta pela vida e auto-determinação do povo palestino sempre estiveram presentes aqui no Livre Pensamento. A laicidade, a democracia, a paz e poder viver segundo seus próprios costumes são direitos fundamentais dos povos do mundo. Direitos esses que tem sido roubados pelo Estado de Israel aliado ao imperialismo mundial, que mata, tortura e aprisiona o povo palestino aos milhares há mais de 60 anos. Um Estado racista, governado pelo Sionismo (um tipo de fascismo) que não se contenta em massacrar os palestinos, mas comete dezenas de crimes contra os Beduínos, os Beta Israel (judeus etíopes), os Mizrahim (judeus árabes) e tantos outros povos.

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Pós-modernismo e o feminismo reacionário

O texto a seguir é uma contribuição ao debate que pretendo fazer aqui sobre a destruição do feminismo revolucionário pelo pós-modernismo e sua influência teórica em outras linhas de pensamento pretensamente revolucionárias, como o altermundialismo. Nele, a socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes (doutora em Ciência Política e pesquisadora do Pagu – Núcleo de Estudo de Gênero da UNICAMP e do Grupo “Família, Gênero e Sociedade”do CNPq) analisa o pensamento de Ellen Meiksins Wood (foto), professora de Ciência Política na Universidade York e autora de A origem do capitalismo (2001), Em defesa da história (organizadora, 1999), The Pristine Culture of Capitalism (1992) e The Retreat from Class (1986).

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Nota de apoio à jovem atea humilhada na televisão equatoriana

Uma jovem de 16 anos foi humilhada publicamente em um programa da televisão equatoriana (Ecuador Tiene Talento) por manifestar não crer em deus. Organizações latino-americanas nos mobilizamos em apoio às ações empreendidas pela Associação Ateia Equatoriana e redigimos uma nota que será enviada ao canal Ecuavisa. Necessitamos mais adesões para apresentar amanhã, terça, 29 de setembro.

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Pseudojornalismo e pseudociência na Internet

O sensacionalismo é a forma tendenciosa de apresentar um assunto para aumentar a audiência. É a linha editorial dos tabloides e de vários programas com temática policial. O exagero como recurso retórico não é inválido. Títulos ou imagens são recursos importantes para chamar a atenção do leitor em um mundo infestado de informação ruim. O problema é quando induz ao erro ou inventa fatos.

No artigo a seguir, Marcel R. Goto discorre sobre a prática cada vez mais comum do sensacionalismo científico, analisando alguns dos sites mais populares de divulgação científica em língua portuguesa.

Eu incluiria nessa lista o History Channel, que foi apenas citado. O site do canal (Seu History) é um poço de pseudociência que beira o absurdo.

Marcel é psicólogo e jornalista, com trabalhos em várias publicações de peso, como Estadão, Rolling Stone e Superinteressante, além de diversas publicações relacionadas a quadrinhos, desenhos japoneses e videogames, como Herói, Anime-Do e EGM. A dica para o texto foi do Alexandre Linares, do Ativando Neurônios.

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A própria polícia já sabe que o único objetivo da redução da maioridade penal é dar lucro para empresários

A Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (COLPOL) é a entidade de classe que representa os policiais desse estado. Eles produziram um vídeo com vários policiais civis (entre agentes, comissários, delegados, oficiais e inspetores), todos com larga experiência, que se posicionam claramente contra a redução da imputabilidade penal.

Eles explicam que o grande problema hoje não é a violência praticada pelo adolescente, que é ínfima, mas a violência praticada contra o adolescente, já que o brasil tem um dos maiores índices de violência contra essa faixa etária no mundo.

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Materialismo, Relatividade e socialismo em Einstein

Este texto me foi enviado recentemente por seu autor para ser publicado e pode ser considerado o primeiro guest post do site (apesar de não ser um texto inédito). Nele, Glailson Santos expõe uma interessante visão sobre as teorias de Einstein, começando por desmitificar a Teoria da Relatividade, levanto-a a sua raiz mais simples. O autor resgata as origens materialistas e socialistas do físico, a partir de seus próprios escritos.

Aproveito para convidar nossos leitores a enviarem seus textos. Este site é de todos os livres pensadores!


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Conservadores estão a ponto de legalizar a prostituição infantil no Brasil

A união da Bancada Evangélica e da Bancada da Bala está a ponto de legalizar a prostituição infantil, a pedofilia e a venda de álcool e cigarros para crianças

A comissão especial da Câmara Federal que discute a Maioridade Penal acaba de aprovar o relatório do deputado Laerte Bessa (PR-DF) que reduz a maioridade penal no Brasil (PEC 171/93). Na sanha de aumentar os lucros de seus financiadores, os deputados conservadores do Congresso atropelam qualquer noção de humanidade e querem alterar a Constituição para que menores de idade não tenham mais proteção do Estatuto da Criança e do Adolescente. Na prática, legalizam a prostituição infantil, a pedofilia e a venda de álcool e cigarros para menores de idade.

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Os Gladiadores do Altar

Prá pensar…

Gladiadores do Altar

Racismo prejudica produção científica de pesquisadores negros no Brasil

O dia 13 de maio marca a abolição formal da escravatura, mas o Brasil está longe de acabar com o racismo presente nas instituições. Nas universidades, locais de construção do saber, a questão ainda se perpetua na graduação, apesar do sistema de cotas, e mais ainda na pós-graduação e na pesquisa científica, onde são raras as ações afirmativas. Pesquisadores negros relatam à Agência Brasil as dificuldades que enfrentam na academia, desde o ingresso e a permanência até as barreiras para abordar temas que envolvem questões raciais. Para esses especialistas, a tentativa de invisibilidade de negros como protagonistas de processos acadêmicos impacta toda a sociedade.

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