A moral é natural dos animais, não tem nada a ver com religião

É muito comum, ao discutir a moral, escutar o argumento de que toda moral provém da religião, que ateus não tem moral, que o senso moral provém do medo de não viver para sempre no paraíso cristão.

Ora, se a moral é unicamente religiosa, então só poderia existir nas sociedades humanas, certo?

O biólogo alemão Frans de Waal discorda de tal noção. No vídeo a seguir, cita várias pesquisas que estabelecem que várias sociedades de mamíferos são capazes de regras morais, de ética, compaixão, senso de justiça e empatia.

Frans de Waal é primatologista e etologista e sua pesquisa se concentra nos comportamentos sociais dos primatas. Em seu primeiro livro Chimpanzee Politics: Power and Sex among Apes, ele compara as maquinações e conchavos feitos pelos chimpanzés na luta pelo poder do grupo com a política praticada pelos humanos. Sua produção científica e acadêmica são enormes. Ele tem centenas de artigos publicados sobre o comportamento não só dos primatas, mas de vários outros animais.

No vídeo são citados alguns estudos, mas há vários outros. Golfinhos, por exemplo, já demonstraram vários comportamentos de “benevolência” com outros membros de sua espécie ou até de outras espécies, como quando guiam baleias encalhadas de volta ao mar ou protegem mergulhadores de tubarões. Mas também demonstram senso de reciprocidade, esperando comportamentos semelhantes uns dos outros.

Entre os pássaros existe ciúme, segundo uma pesquisa publicada em 1975 na revista Science. Em várias especies, eles simplesmente não suportam ser traídos e, quando o são, agem com violência, batendo em seus parceiros, arrancando suas penas e até seus bicos.

Entre os ratos há empatia e solidariedade. Em um estudo de 1958, ratos famintos só recebiam alimento se acionassem um mecanismo que dava choques em outros ratos. Quando perceberam isso, se recusaram a se alimentar. Outro estudo publicado na revista Science em 2006 demonstrou que os ratos fazem careta quando veem outro rato sentindo dor.

É claro que os valores morais não são universais, ao contrário do que pregam algumas religiões. Eles mudam de cultura para cultura. Mas suas bases fundamentais estão presentes em vários outros animais



Eu nasci em Den Bosch, de onde o pintor Hieronymus Bosch tirou seu sobrenome. E eu sempre gostei muito desse pintor que viveu e trabalhou no século 15. Uma coisa interessante sobre ele em relação à moralidade é que viveu numa época em que a influência religiosa estava diminuindo, e ele imaginava, creio, o que aconteceria com a socidade se não houvesse ou se houvesse menos religião. E então ele pintou sua famosa obra “O Jardim das Delícias Terrenas”, a qual alguns interpretam como sendo a humanidade antes da Queda, ou a humanidade sem que houvesse a Queda. E isso nos faz imaginar, o que aconteceria se não tivéssemos provado a fruta do conhecimento, por assim dizer, e que tipo de moralidade teríamos?

Bem mais tarde, quando era estudante, eu fui a um jardim muito diferente, um jardim zoológico em Arnhem onde mantemos chimpanzés. Esse sou eu mais jovem com um bebê chimpanzé. E eu descobri ali que os chimpanzés são famintos por poder e escrevi um livro sobre isso. E na época o foco da pesquisa animal estava na agressão e na competição. Eu desenhei um quadro geral sobre o reino animal, incluindo a humanidade, de que no fundo somos todos competidores, somos agressivos, estamos em busca de nosso próprio benefício. Esse foi o lançamento de meu livro. Eu não tenho certeza como os chimpanzés o leram, mas certamente pareciam bastante interessados no livro.

Durante o processo de fazer todo esse trabalho sobre poder e dominância e agressão e daí pode diante, eu descobri que chimpanzés se reconciliam depois das brigas. E o que vocês veem aqui são dois machos que tiveram uma briga. Eles acabaram numa árvore e um estende a mão para o outro. E um segundo depois que tirei a foto, eles se juntaram na forquilha da árvore, se beijaram e se abraçaram.

Agora isso é muito interessante porque na época tudo era sobre competição e agressão, e isso não faria nenhum sentido. A única coisa que importa é que ou você ganha ou perde. Mas por que se reconciliar depois de uma briga? Isso não faz nenhum sentido. Isso é o jeito dos bonobos. Os bonobos fazem tudo com sexo. E eles também se reconciliam com sexo. Mas o princípio é exatamente o mesmo. O princípio é que você tem uma relação valiosa que é danificada por um conflito, então você precisa fazer algo a respeito. Então, meu quadro geral sobre o reino animal, incluindo os humanos, começou a mudar naquela época.

Então, temos uma imagem nas ciências políticas e econômicas, nas humanidades, na filosofia sobre isso, de que o homem é o lobo do homem. E lá no fundo nossa natureza é realmente repugnante. Eu acho que é uma imagem muito ruim para o lobo. O lobo é, afinal, um animal muito cooperativo. E é por isso que muitos de vocês têm um cão em casa, que tem todas essas características também. E é muito injusto com a humanidade, porque a humanidade é muito mais cooperativa e empática do que se supõe. Então, comecei a me interessar nessas questões e a estudar outros animais.

Esses são os pilares da moralidade. Se você perguntasse: “Qual é a base da moralidade?” Há dois fatores que sempre aparecem. Um é a reciprocidade, e associada a ela está um senso de justiça e igualdade. E o outro fator é empatia e compaixão. E a moralidade humana é mais do que isso, mas se você remover esses dois pilares, creio que não sobraria muita coisa. Então, eles são absolutamente essenciais.

Deixem-me dar alguns exemplos. Esse é um video bem antigo do Centro de Primatas de Yerkes onde eles treinam chimpanzés a cooperar. Isso mostra que há quase cem anos estamos fazendo experimentos sobre cooperação. O que você tem aqui são dois jovens chimpanzés que têm um caixa, e a caixa é muito pesada para um chimpanzé puxar. E é claro, tem comida na caixa. Senão, eles não puxariam com tanta vontade. E eles trazem a caixa. E você pode ver que estão sincronizados. Você pode ver que trabalham juntos, eles puxam no mesmo momento. Isso já é um grande avanço sobre outros animais que não são capazes de fazer isso. E agora você verá uma situação mais interessante, pois agora um dos chimpanzés foi alimentado. Então um deles não está muito interessado na tarefa. Agora veja o que acontece bem no fim do vídeo. Ele pega praticamente tudo.

Então, há duas coisas interessantes sobre isso. Uma é que o chimpanzé da direita tem o entendimento que precisa do parceiro – logo o entendimento da necessidade da cooperação. A segunda é que o parceiro está disposto a ajudar mesmo que não esteja interessado na comida. Por que isso acontece? Provavelmente tem a ver com reciprocidade. Há várias evidências em primatas e outros animais mostrando que eles trocam favores. Então ele vai devolver o favor em algum momento no futuro. E então é assim que tudo funciona.

Nós fizemos a mesma tarefa com elefantes. A questão é que é muito perigoso trabalhar com elefantes. Outro problema com elefantes é que você não pode construir um aparato que seja muito pesado para um só elefante. Você provavelmente pode construí-lo, mas será um aparato muito frágil, creio. Eis o que fizemos nessa situação – fizemos esses estudos na Tailândia com Josh Plotnik – nós temos um aparato ao redor do qual tem uma corda, uma corda só. E ao puxar um lado da corda, a corda desaparece do outro lado. Então dois elefantes precisam pegá-la ao mesmo tempo e puxá-la. Senão nada vai acontecer e a corda desaparece.

E o primeiro vídeo que vocês vão ver é de dois elefantes que são liberados juntos e chegam no aparato. O aparato está à esquerda com comida dentro. E assim eles vão juntos, chegam juntos, eles pegam e puxam a corda juntos. Então isso é bem simples para eles. Aí vão eles. E é assim que eles trazem o aparato. Mas agora vamos dificultar as coisas. Porque a proposta geral do experimento é ver como eles entendem cooperação. Eles entendem da mesma forma que os chimpanzés, por exemplo?

E assim o que fizemos na próxima etapa foi liberar um elefante antes do outro, e esse elefante precisa ser esperto o bastante para ficar lá esperando e não puxar a corda – pois se ele puxa a corda, ela desaparece e o teste acabou. Agora esse elefante faz uma coisa ilegal que não ensinamos. Mas que mostra o entendimento que ele tem, pois ele pisa com sua pata enorme na corda, fica sobre a corda e espera pelo outro, e depois o outro vai fazer todo trabalho para ele. Isso é o que chamamos de exploração. Mas isso mostra a inteligência que os elefantes têm. Eles desenvolvem várias dessas técnicas alternativas que não aprovamos necessariamente. Então, o outro elefante está chegando e vai puxar a corda. Agora veja o outro. O outro não se esquece de comer, claro. Essa foi a parte de cooperação e reciprocidade.

Agora algo sobre empatia. A empatia é meu principal tópico de pesquisa no momento. E a empatia tem duas qualidades. Uma é a parte de compreensão. Essa é sua definição geral: a habilidade de compreender e compartilhar os sentimentos do outro. E a parte emocional. Assim a empatia tem basicamente dois canais.

Um é o canal corporal. Se você conversar com uma pessoa triste, você vai adotar uma expressão triste e uma postura triste, e antes que perceba você se sentirá triste. E assim funciona o canal corporal de empatia emocional, que muitos animais têm. Seu cachorro também tem isso. É por isso que as pessoas têm mamíferos em casa e não tartarugas ou cobras e bichos do tipo que não têm esse tipo de empatia. E depois há o canal cognitivo, que é quando você assume a perspectiva do outro. E é mais limitada. Há poucos animais – creio que elefantes e primatas podem fazer algo assim – mas há pouquíssimos animais que podem fazer isso.

A sincronização, que faz parte do mecanismo da empatia, é uma característica antiga no reino animal. E em humanos, claro, podemos estudar isso com o contágio do bocejo. Os humanos bocejam quando outros bocejam. E está relacionado com empatia. Ela ativa as mesmas áreas do cérebro. Além disso, sabemos que pessoas que têm muito contágio de bocejo são muito empáticas. Pessoas que têm problemas de empatia, como crianças autistas, não têm contágio de bocejo. Então, está tudo ligado.

E estudamos isso em nossos chimpanzés ao mostrá-los uma cabeça animada. Então, isso que vocês veem à esquerda em cima, é uma cabeça animada que boceja. E há um chimpanzé olhando, um chimpanzé de verdade olhando uma tela de computador onde mostramos essas animações. Então o contágio de bocejo que vocês provavelmente estão habituados – e talvez vocês comecem a bocejar daqui a pouco – é algo que compartilhamos com outros animais. E está relacionado com o canal corporal de sincronização que fundamenta a empatia e é universal em praticamente todos os mamíferos.

Nós também estudamos expressões mais complexas. Esse é o consolo. Esse é um chimpanzé macho que perdeu uma briga e está gritando, e um jovem chega e põe seu braço ao redor dele e o acalma. Isso é consolo. É muito similar com o consolo humano. E o comportamento de consolo é movido por empatia. Na verdade a forma de estudar a empatia em crianças é instruir um membro da família a fingir nervosismo, e depois vemos o que as crianças fazem. E isso está relacionado com a empatia, e esse é o tipo de expressão que observamos.

Recentemente publicamos um experimento que vocês devem ter ouvido falar. É sobre altruísmo e chimpanzés onde a questão era: os chimpanzés se importam com o bem estar do outro? E por décadas foi suposto que apenas os humanos fazem isso, que apenas os humanos se preocupam com o bem estar do outro. Nós fizemos um experimento muito simples. Fizemos isso com chimpanzés fêmeas que vivem em Lawrenceville, na estação de campo de Yerkes. E é assim que elas vivem. E as trazemos para uma sala e fazemos experimentos com elas. Nesse caso, nós colocamos duas chimpanzés lado a lado, e uma delas tem um balde cheio de fichas, e as fichas têm significados diferentes. Um tipo de ficha alimenta apenas a parceira que escolhe, e o outro tipo alimenta as duas.

Esse é um estudo que fizemos com Vicky Horner. E aqui vemos as fichas de duas cores. E elas têm um balde cheio delas. E elas precisam escolher uma das duas cores. Vocês verão o que acontece. Se essa chimpanzé fizer a escolha egoísta, que é a ficha vermelha no caso, ela precisa dar para gente. Então a pegamos, colocamos na mesa onde há duas recompensas, mas nesse caso apenas a da direita ganha comida. A da esquerda se afasta pois ela já percebeu que não é um bom teste para ela. Então a próxima ficha é a pró-social.

Então para quem faz a escolha – essa é a parte interessante – para quem faz a escolha, não importa muito. Ela nos dá a ficha pró-social e ambas chimpanzés ganham comida. Então quem faz a escolha sempre ganha uma recompensa. Não importa o que aconteça. E ela poderia escolher aleatoriamente. Mas o que descobrimos foi que ela prefere a ficha pró-social. Então aqui está a linha dos 50 % que é a escolha aleatória. E especialmente quando a parceira chama atenção, ela escolhe mais.

E se a parceira faz pressão nela – ou seja, se a parceira começa a cuspir e intimidar a outra – então ela escolhe menos. Como se estivesse dizendo: “Se você não se comportar, não vou ser pró-social hoje.” E isso é o que acontece sem uma parceira, quando não há uma parceira ao lado. E assim descobrimos que os chimpanzés se importam com o bem-estar do outro – especialmente se outro for membro de seu grupo.

Então o último experimento que gostaria de mostrar a vocês é o nosso estudo sobre justiça. Que se tornou um estudo muito famoso. E agora há muito mais, porque depois que fizemos esse há 10 anos atrás, ele ficou muito conhecido. E o fizemos originalmente com macacos-prego. E vou mostrar a vocês o primeiro experimento que fizemos. Agora isso já foi feito em cães, pássaros e em chimpanzés. Mas começamos a fazer em macacos-prego com Sarah Brosnan.

O que fizemos foi colocar dois macacos-prego fêmeas lado a lado. De novo, esses animais vivem em grupo, elas se conhecem. Nós as separamos do grupo e colocamos numa câmara de teste. E há uma tarefa muito simples que elas precisam fazer. E se você oferecer pepinos pela tarefa, para as duas macacas lado a lado, elas a farão voluntariamente 25 vezes seguidas. Então o pepino, mesmo que seja apenas água na minha opinião, é uma recompensa razoável para elas. Agora se você der uvas a uma das parceiras – a comida preferida dos macacos-prego corresponde exatamente aos preços do supermercado – então se você der uvas – que é uma comida bem melhor – daí você cria desigualdade entre elas. Então, esse é o experimento que fizemos.

Recentemente gravamos isso com macacas que nunca fizeram a tarefa, pensando que talvez teriam uma reação mais intensa, e isso se comprovou. A da esquerda é a macaca que recebe pepinos. A da direita é a que recebe as uvas. A que ganha o pepino, percebe que o primeiro pedaço está bom. E ela come o primeiro pedaço. Então ela vê a outra ganhando uvas e você vai ver o que acontece. Então ela nos dá uma pedra. Essa é a tarefa. E nos damos a ela um pedaço de pepino e ela come. A outra precisa nos dar um pedra. E é isso que ela faz. E ela ganha uma uva e a come. A outra percebe isso. Ela nos dá uma pedra e ganha um pepino de novo. Ela testa uma pedra contra a parede. Ela precisa dar para gente. E ela ganha um pepino de novo. O que vocês veem aqui, é praticamente o protesto de Wall Street

Deixem eu dizer a vocês – eu ainda tenho dois minutos, deixem eu dizer uma história engraçada sobre isso. Esse estudo ficou muito famoso e tivemos vários comentários, especialmente de antropólogos, economistas e filósofos. Eles não gostaram nada disso. Pois eles tinham a convicção, acredito, de que a justiça é um tópico muito complexo e que os animais não a teriam. E então um filósofo nos escreveu que era impossível que os macacos tivessem senso de justiça pois a justiça foi inventada durante a Revolução Francesa.

Outro nos escreveu um capítulo inteiro dizendo que ele acreditaria que isso tivesse algo a ver com justiça se a macaca que ganha as uvas as recusasse. Agora algo curioso é que Sarah Brosnan, que esteve fazendo isso com chimpanzés, observou algumas combinações de chimpanzés onde, de fato, a que ganha as uvas as recusaria até que a outra chimpanzé ganhasse uma uva. Então estamos muito próximos ao senso de justiça humano. E acho que os filósofos precisam repensar sua filosofia por um tempo.

Deixem-me concluir. Eu acredito que há uma moralidade evoluída. Eu acho que a moralidade é muito mais do que falei aqui, mas ela seria impossível sem esses ingredientes que encontramos em outros primatas, que são empatia e consolo, tendências pró-sociais, reciprocidade e senso de justiça. E nós trabalhamos nesses tópicos particulares para ver se podemos criar uma moralidade de baixo para cima, por assim dizer, sem necessariamente um Deus ou religião, e ver como podemos chegar a essa moralidade evoluída.

Agradeço a vocês pela atenção.

Fonte: TED
Tradução: Francisco Paulino Dubiela
Revisão: Mariangela Andrade Praia
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4 pensamentos sobre “A moral é natural dos animais, não tem nada a ver com religião

  1. Falou muita merda!! Só nas duas primeira linha só tem falácia…que ateus não tem moral, que o “senso moral provém do medo de não viver para sempre no paraíso cristão.”
    Quem te disse isso????? Nada a ver com o argumento moral…
    Leia um livro do CS Lewis, ou Agostinho de Hipona…ou assista os vídeos do Willian L Craig ou Frank Turek e veja o argumento moral cristão, antes de falr merda!

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    • Caro(a) “CK”,

      Você me parece um pouco confuso(a). Afirma que “só tem falácia”, mas não esclarece quais são as falácias. Falácias são erros lógicos formais. Uma afirmação não é uma falácia. Uma afirmação pode ser falsa ou verdadeira. Falácia é quando utilizamos um erro lógico para descobrir se a afirmação é falsa ou verdadeira, o que pode ou não chegar a um resultado errôneo.

      De qualquer forma, quem “disse isso” fui eu. Eu não entro no mérito se as afirmações são falsas ou verdadeiras, o que afirmo é que é comum escutar esse tipo de argumento. Percebeu? Talvez se tivesse assistido a palestra, entenderia isso! O que acha?

      Agora, sê um pouco mais educado, não? Como pretende ser levado(a) a sério quando utiliza como expediente argumentativo só o baixo calão?

      Outra coisa: não confunda a Igreja Geral com o cristianismo. Agostinho de Hipona foi um maniqueísta (e, portanto, pagão) contratado pelo Império Romano para inventar as regras da Igreja Geral de Roma. O cristianismo é muito, mas muito anterior a isso.

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  2. Parabéns, Maurício, por sua brilhante inteligência e, principalmente, pela forma educada e elegante com que você trata pessoas simples e sem instrução! A propósito, seu texto é espetacular, bem informativo, útil, pleno de proveito e embasamento científico. Um abraço, e obrigada!
    Isabel Alves Novaes.

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